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Estreia do documentário “Time de Fábrica” está agendada para março de 2020.



Equipe durante as filmagens do documentário em fevereiro de 2019.


A Café Preto filmes iniciou o ano de 2019, assim como no ano anterior, produzindo um longa-metragem documentário. Desta vez foi a história do “Jogo do século”, como ficou conhecido em Santa Catarina, o amistoso entre Carlos Renaux e Botafogo no ano de 1958. Em campo estavam os craques Garrincha, Nilton Santos, Quarentinha e companhia, jogadores que vestiam a camisa do alvinegro carioca e que meses depois foram campeões mundiais na Suécia com a Seleção Brasileira.

Com talentos em campo para os dois lados, o público que compareceu em grande número no Estádio Augusto Bauer pode ser testemunha de uma partida épica, que terminou com o placar improvável de 5 gols para cada time.


O filme, que tinha previsão para estrear ainda neste ano, está sendo finalizado na produtora Café Preto Filmes e no estúdio Pistache, responsável pela pós-produção do som do documentário. Sérgio Azevedo, diretor e produtor da obra, prevê data e alinha estratégia de divulgação com a diretoria do clube: “Entrei em contato com Renato Petruschky, presidente do Renaux, para comunicar sobre a ideia da nova data, já que em 2019 nosso cronograma ficou cheio de outros trabalhos e não conseguimos finalizar o “Time de Fábrica”. Sugeri o dia 30 de março, data em que ocorreu o jogo em 1958, e ele (Petruschky) gostou da ideia.”


Este alinhamento com a diretoria do Carlos Renaux é necessário, já que o clube irá apoiar o lançamento do documentário com uma noite especial para o público de Brusque.

A ideia ainda é tornar a obra “universal”, para atingir maior número de público, amantes do futebol por todo o Brasil, não apenas na região de Brusque. Para isso, a produção do longa trabalha em contato com o Botafogo, e pretende lançar o filme em salas de cinema de Santa Catarina e do Rio de Janeiro e almeja um futuro licenciamento com um canal de TV nacional.


Capa da página do filme no Facebook. Na foto, Julio Hildebrand, personagem do documentário.


Para a Café, a mudança da data não é um atraso, e sim uma estratégia de estrear na data em que o jogo completa 62 anos. “Resolvemos fazer tudo com mais calma dessa vez. Nossas produções anteriores passaram da fase de filmagem para a estreia em poucos meses, e não deu tempo de curtir o processo de pós-produção do filme no programa de edição, foi tudo muito rápido. Os patrocinadores e todos que estão ansiosos para acompanhar esta história na telona podem esperar por mais um belo e emocionante filme produzido em Brusque e por uma produtora brusquense”, completa Sérgio Azevedo.

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